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Menino de 13 anos revoluciona método de captação de energia solar




Difícil de acreditar? Com apenas 13 anos, o nova-iorquino Aidan Dwyer desbancou os mais renomados cientistas, de todo o mundo, que dedicam seus dias a pesquisas a respeito de métodos mais eficientes de captação de energia solar. Como? Estudante da sétima série do Ensino Fundamental, o menino construiu, sozinho, uma estrutura que capta 20% mais energia solar do que os atuais painéis fotovoltaicos.
E o melhor: para chegar à nova descoberta, o menino não realizou nenhuma pesquisa exorbitante. Apenas, exercitou o hábito de observar a natureza e aprender com sua sabedoria. Isso porque o projeto de Aidan para captar energia solar imita a estrutura de uma árvore – com galhos e folhas aparentemente irregulares, mas que cumprem muito bem sua função de coletar luz solar para realizar fotossíntese e, assim, produzir energia.

Depois de muita observação – e, claro, pesquisas na internet –, Aidan constatou que, de fato, uma “árvore metálica”, que possuísse placas fotovoltaicas em diferentes níveis (entenda melhor na foto, ao lado) captava muito mais energia do que um painel fotovoltaico plano, como os usados atualmente. Depois disso, foi “só” construir a estrutura que ele idealizou – mais uma vez, com a ajuda da web.
O projeto deu tão certo que Aidan virou celebridade no mundo científico: o garoto foi premiado pelo American Museum of Natural History, dos EUA, e nesta semana participou da Conferência World Future Energy, nos Emirados Árabes, ao lado de importantes nomes, como o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Alguém ainda duvida da genialidade do menino?
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Elementos 114 e 116 estão de fato nomeados




Tabela periódica pode agora acolher Livermorium e Flerovium, dois elementos recém-nomeados, que foram anunciados quinta-feira (01 de dezembro) pela União Internacional de Química Pura e Aplicada. Os novos nomes serão submetidos a um período de cinco meses de comentários públicos.
Outros três novos elementos recentemente depois de terminados este processo, preencheram os pontos 110, 111 e 112.
Todos esses cinco elementos são tão grandes e instáveis podem ser feitos apenas no laboratório, e eles se desfazem em outros elementos muito rapidamente. Não se sabe muito sobre esses elementos, uma vez que não são estáveis o suficiente para fazer experiências com, e não são encontrados na natureza. Eles são chamados de "super pesados", ou elementos Transuranianos.
Os elementos recém-nomeados encaixam nos pontos 114 e 116, para baixo no canto inferior direito da tabela periódica, e foram oficialmente aceites para a tabela periódica em junho. Eles originalmente foram sintetizados mais de 10 anos atrás, depois que repetir experimentos levaram à sua confirmação.
Elementos 113, 115, 117 e 118 também foram sintetizados no Instituto Conjunto da Rússia para a Pesquisa Nuclear, localizado em Dubna, Rússia (cerca de duas horas de carro de Moscou), mas sua criação não foi confirmada pela União Internacional ainda.
Depois de terem sido confirmados, eles também terão que passar pela nomeação. Ambos livermorium e flerovium também foram sintetizados no mesmo laboratório russo, onde pesquisadores russos estavam trabalhando com pesquisadores norte-americanos do Laboratório Nacional Lawrence Livermore na Califórnia.

~ Artigo completo AQUI
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Teste da Chama

Um dos ensaios clássicos da Alquimia e da Química Geral: o teste da chama, que indica o elemento com base na cor da chama. A cor deve-se à energia liberada quando os elétrons do elemento retornam ao estado fundamental, após terem sido excitados pelo calor. Como a energia entre as camadas eletrônicas é uma função da carga do núcleo do átomo, cada elemento tem transições eletrônicas com energias distintas.




~ Para assistir, clique AQUI
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Quimioluminescência

A luz através de reações químicas



Quem disse que químicos precisam de fogo ou eletricidade para fazer LUZ?
Basta reações química que liberam LUZ! Veja este maravilhoso vídeo com uma série de reações luminescentes, apresentado pelo seu Canal Fala Química. No final, um exemplo da natureza: seres bioluminescentes. Para saber+ http://en.wikipedia.org/wiki/Chemiluminescence


~ Para assistir ao vídeo, clique AQUI!
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Amor é quimica!



Quando uma pessoa está amando ela se torna mais gentil, alegre, adquire um ar sonhador e vive rindo à toa. O problema é que se o amor não for bem administrado, ele pode levar a pessoa a atitudes “quase ridículas”.
É justamente isso que tem feito muita gente resistir aos seus encantos. Há até os que o desprezam totalmente (provavelmente por medo de se expor). Acham tudo muito embaraçoso e indesejável. Afinal, uma pessoa que se dá o respeito não pode viver pelos cantos suspirando por alguém que a faz gaguejar e ficar rubro quando está por perto. Isso sem contar os outros sintomas: mãos suando, coração palpitando, respiração pesada, olhar perdido (tipo “peixe morto”). Muito constrangedor!
Mas afinal o amor não tem nada a ver com Química, certo? Errado! O AMOR É QUÍMICA! Todos esses sintomas são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão a feniletilamina, a epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina), a dopamina, a oxitocina, a serotonina e as endorfinas.
Achou que são muitos nomes? Irrelevante saber disso? Talvez, mas o fato é que sem eles você não se apaixonaria! ;)